Jovem de 25 anos é preso em Canaã dos Carajás por suspeita de homicídio em Belém

Por: Theíza Cristhine e Ronaldo Modesto

Eli Ferreira de Oliveira, de 25 anos, foi preso na quarta-feira (12), em Canaã dos Carajás, no sudeste do Pará, em cumprimento a um mandado de prisão expedido pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Belém. Ele é investigado por suspeita de envolvimento em um homicídio ocorrido na capital paraense.

Nesta quinta-feira (13), Eli foi transferido para o sistema prisional de Parauapebas, onde deverá passar por audiência de custódia. A Justiça determinou que os autos sejam encaminhados à 2ª Vara Criminal de Parauapebas, já que a prisão ocorreu fora da jurisdição do juízo que expediu o mandado.

Segundo uma fonte da Polícia Civil ouvida pelo Correio de Carajás, Eli seria suspeito de envolvimento em mais de um homicídio ocorrido em Belém. A investigação aponta que ele teria saído com algumas das vítimas antes dos crimes e que os encontros teriam sido marcados por meio de aplicativos. Até o momento, a Polícia Civil não divulgou oficialmente detalhes sobre o caso.

Pai diz não acreditar no envolvimento

O pai de Eli conversou com o Correio de Carajás e afirmou ter ficado surpreso ao receber uma ligação do próprio filho informando sobre a prisão. Segundo ele, a informação repassada era de que Eli estaria sendo investigado pela morte de um homem em Belém.

O pai declarou não acreditar que o filho tenha cometido qualquer crime e afirmou que “coloca a mão no fogo” por Eli. Segundo ele, o jovem sempre foi trabalhador e nunca havia se envolvido em problemas com a polícia.

“Sempre foi um menino bom. Nunca passou pela delegacia”, afirmou.

Ainda de acordo com o pai, Eli é morador de Parauapebas e nunca chegou a morar em Belém, embora tenha confirmado que sabia que o filho havia viajado para a capital paraense.

Após morar em Parauapebas, Eli teria se mudado para Canaã dos Carajás, onde trabalhava como recepcionista.

As investigações continuam para esclarecer a participação do suspeito nos crimes. Até o momento, não houve manifestação oficial da Polícia Civil sobre as acusações.

 

 

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