Um vídeo enviado por um seguidor denuncia uma série de situações envolvendo a empresa MS Terraplanagem. Segundo os relatos, trabalhadores teriam sido demitidos após reivindicarem direitos trabalhistas que acreditavam ser garantidos.
Um dos casos citados é de um funcionário que afirma ter cobrado o pagamento da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), além de valores retroativos referentes ao dissídio salarial — reajuste acordado entre empresa e sindicato. De acordo com ele, no momento da contratação, recebeu inclusive mensagem via WhatsApp informando que teria direito à PLR. Após questionar os pagamentos, acabou desligado.
Outro trabalhador relata que foi demitido por justa causa após interromper uma atividade em uma área de carregamento, em um platô em construção. Ele afirma que apenas parou a escavadeira e baixou a lança do equipamento, sem qualquer justificativa plausível para a demissão, que considera injusta.
Há ainda o caso de um colaborador que, ao questionar a ausência do pagamento do dissídio durante uma reunião diária de segurança (DDS), teve o nome incluído em uma lista de demissão já no dia seguinte.
Os denunciantes afirmam que vários pais de família estariam sendo dispensados sem explicações formais, após cobrarem direitos trabalhistas básicos. Os relatos levantam questionamentos sobre possíveis práticas e represálias dentro da empresa.
A reportagem deixa espaço aberto para manifestação da MS Terraplanagem sobre os casos citados.
